20% de desconto nas faixas térmicas ThermaCare

 

Aproveite 20% de desconto na compra de uma embalagem de faixas térmicas terapêuticas ThermaCare.

 

As faixas térmicas terapêuticas ThermaCare foram concebidas para o alívio da dor muscular e das articulações. São compostas por um material suave e confortável, com células térmicas que contêm ingredientes naturais (ferro, carvão, sal e água) que aquecem quando em contacto com o oxigénio do ar.

 

O calor que libertam de forma constante durante 8 horas aumenta a irrigação sanguínea dos tecidos danificados, produzindo um efeito analgésico e o relaxamento dos músculos.

 

A campanha é válida até 15 de dezembro.

Crómio: O nutriente que pode ajudar a prevenir a diabetes

São cada vez mais as pessoas que têm diabetes, nomeadamente diabetes tipo 2, que se caracteriza por redução da sensibilidade à insulina. Os especialistas associam baixos níveis de crómio ao desenvolvimento da resistência à insulina, e estudos nesta área confirmam que tomar suplementos com levedura de crómio orgânico pode ser uma estratégia de prevenção da diabetes e até ajudar os diabéticos, já diagnosticados, a controlar a sua doença.

 

O que é o crómio?

 

O crómio é um micronutriente fundamental na estabilização dos níveis de açúcar no sangue. Encontra-se presente em pequenas quantidades na alimentação (ex: especiarias e marisco) e, embora a recomendação diária varie de país para país, em Portugal a dose diária recomendada é de 40 microgramas.

 

Melhora o controlo da glucose

 

Um estudo checo, publicado no ano passado, investigou o efeito da levedura de crómio (ChromoPrecise) nos marcadores da diabetes, tais como glicemia em jejum, hemoglobina glicosada (HbA1c) e lípidos séricos, em doentes com diabetes tipo 2. Verificou-se que a administração diária de 100 microgramas de levedura de crómio, durante um período de oito semanas, resultou numa redução significativa da glicemia em jejum e da HbA1c, indicando um melhor controlo da glucose e maior sensibilidade à insulina. Pelo contrário, os níveis de glicemia em jejum e da HbA1c voltaram aos valores iniciais após oito semanas sem tomar crómio.

 

Confirmado por outros estudos

 

Os investigadores, baseados em observações clínicas, concluíram que tomar um suplemento com crómio pode ser benéfico em doentes diabéticos tipo 2, resultando numa melhor resposta à insulina e melhor controlo da glucose. Adicionalmente, a suplementação com crómio pode baixar os níveis de triglicéridos, uma vez que o crómio ajuda o organismo a metabolizar os macronutrientes, como gorduras (lípidos) e a transformá-los em energia.

 

Ajuda a insulina

 

O crómio e a insulina são fundamentais no transporte da glucose da corrente sanguínea para o interior das células, onde a glucose constitui uma fonte de energia importante. O crómio, juntamente com vários aminoácidos, forma uma molécula designada cromodulina que “abre” a célula e, desta forma, ajuda a insulina a transportar glucose para o seu interior. Por outras palavras, o crómio ajuda as células a responderem mais rapidamente à acção da insulina, e é precisamente isto que aumenta a utilização da glucose.

 

Fonte:
Biol Trace Elem Res. 2013 Oct; 155(1): 1-4.

 

O efeito da levedura de crómio enriquecido nos níveis de glicemia em jejum, hemoglobina glicosada e lípidos séricos, em doentes com diabetes mellitus tipo 2 tratados com insulina.

Racek J1, Sindberg CD, Moesgaard S, Mainz J, Fabry J, Müller L, Rácová K.

 

Levedura de crómio – Maior absorção

 

Ao adquirir um suplemento de crómio é importante optar por um que seja facilmente absorvido no corpo. A forma com maior absorção é a levedura de crómio orgânico: ChromoPrecise. Estudos mostram que a levedura de crómio orgânico – ChromoPrecise – tem uma absorção 10 vezes superior comparativamente com outras fontes sintéticas de crómio, tais como o picolinato de crómio e o cloreto de crómio. ChromoPrecise é a única levedura de crómio orgânico, aprovada na União Europeia, para controlar o açúcar no sangue. A biodisponibilidade e a segurança desta fonte de crómio são reconhecidas pela EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar).

 

Descubra alguns mitos sobre curar feridas

 

Tipos de feridas

 

Existem vários tipos de feridas e cada um deles exige cuidados distintos. As feridas mais comuns são os arranhões, bolhas, cortes, feridas por perfusão e mordeduras.

 

Arranhões

 

Os arranhões podem ser superficiais ou profundos. Nos primeiros a limpeza e tratamento da ferida pode ser feita em casa, com o uso de produtos desinfetantes.

 

Já nos arranhões profundos a superfície da ferida deve ser comprimida até parar de sangrar. É importante não tentar nenhum tipo de extração de corpos estranhos, pois a ferida pode agravar-se e o risco de infeção é superior. Se após a desinfeção da ferida esta não apresentar melhoras deve procurar ajuda médica.

 

Feridas por perfuração

 

As feridas por perfuração têm um risco muito elevado de infeção, pelo que é extremamente importante que sejam desinfetadas e que a vacina contra o tétano esteja em dia.

 

As feridas causadas por pequenos objetos perfurantes (por exemplo, um prego) devem ser desinfetadas e cobertas com um penso, fazendo compressão da área, na tentativa de estancar o sangue. Se surgirem sinais de infeção como calor, dor, inchaço ou vermelhidão é muito importante que consulte um médico.

 

Bolhas

 

As bolhas normalmente não devem ser perfuradas já que isso aumenta o risco de infeção. Porém, poderão ser esvaziadas quando se situam em locais de contacto ou pressão, como o pé. As bolhas devem ser sempre desinfetadas, assim como toda a zona circundante.

 

Se for necessário perfurar a bolha deve usar uma agulha esterilizada e fazê-lo em vários pontos, de seguida deve retirar o líquido com a ajuda de uma compressa. Por outro lado, se a bolha já estiver rebentada deve desinfetar toda a área e ficar alerta para possíveis sinais de infeção.

 

Cortes

 

Os cortes podem ser pequenos ou graves. Quando o corte é pequeno deve desinfetá-lo e cobrir a área com um penso compressivo, a fim de proteger a ferida e ajudar no estancamento do sangue. Quando o corte é considerado grave deve ser comprimido, durante 10 minutos, até que pare de sangrar.

 

É muito importante que nestes casos esteja vacinado contra o tétano e que procure ajuda médica, para que não exista possibilidade de infeção.

 

Mordeduras

 

As mordeduras estão sempre contaminadas, mesmo as humanas. O risco de infeção é muito grande, pelo que é muito importante tratá-las e desinfetá-las. Se a sua vacina do tétano não estiver em dia deve procurar ajuda médica de imediato.

 

Mitos associados a feridas

 

1. As feridas cicatrizam melhor ao ar e devem ser mantidas secas – FALSO

 

Este mito persistiu durante décadas. Surpreendentemente, a prioridade no cuidado das feridas deve ser, sempre, a limpeza das suas impurezas, germes e a sua constante proteção. Por isso é que, depois de limpar adequadamente a ferida, deve colocar logo um penso pois as feridas cicatrizam mais rápido e eficazmente em ambiente húmido não devendo ser deixadas ao ar até estarem completamente cicatrizadas.

 

2. A crosta é positiva para a ferida – FALSO

 

A crosta desenvolve-se quando o leito da ferida seca, o que impede e dificulta as células formadas de cobrir a ferida. Por outro lado, acumula tecido não viável e bactérias que atrasam a cicatrização e podem provocar infeção. Nesse sentido, deverá evitar-se a formação de crosta, mantendo um ambiente húmido e protegendo a ferida com um penso apropriado.

 

3. Quanto mais profunda a ferida mais dolorosa se torna – FALSO

 

Pensar que isto é verdade faz algum sentido, visto ser fácil associar a profundidade da ferida à intensidade da dor mas é precisamente o contrário, devido ao elevado número de fibras nervosas localizadas abaixo da epiderme. Feridas superficiais como abrasões ou queimaduras são mais dolorosas que uma ferida incisa profunda (geralmente causadas por laminas).

 

4. As feridas pequenas não precisam de penso – FALSO

 

Deve estar bem claro que, para uma bactéria, até a entrada mais pequena é um caminho para o nosso corpo. Mesmo as pequenas feridas necessitam de ser protegidas com um penso que mantenha o ambiente húmido e isole do exterior.

 

5. O álcool é o melhor produto para limpar e desinfetar as feridas – FALSO

 

Este é um dos equívocos mais comuns. Utilizar álcool para a limpeza e desinfeção das feridas não é o mais indicado, por inúmeras razões: não só porque vai queimar a pele quando aplicado(o que é muito pouco indicado no tratamento dos mais novos) mas, pior ainda, é completamente inadequado para tratar os tecidos extremamente sensíveis da ferida.

 

Os especialistas recomendam a utilização de produtos sem álcool, que tenham agentes antissépticos (Betadine, por exemplo), para uma limpeza e desinfeção, sem dor, das feridas.

 

6. As feridas devem ser sempre desinfetadas – FALSO

 

As feridas também podem ser limpas com água da torneira tépida ou com soro fisiológico para prevenir a infeção, remover tecido não viável e detritos para ajudar à cicatrização.

 

7. Deve utilizar-se algodão na limpeza da ferida – FALSO

 

O algodão liberta pequenas fibras difíceis de remover quando a ferida inicia o seu processo de cicatrização.

 

8. Feridas que demoram muito tempo a cicatrizar podem ser sinal de doenças graves – VERDADE

 

Feridas que parecem relutantes a sarar podem ser sintoma de diabetes mellitus, ou indicar um problema do sistema imunitário ou de circulação. Por isso, nestes casos, deve recorrer a um médico para verificar possíveis causas da demora, mesmo que tenha tratado do ferimento como deve ser.

 

9. As feridas devem ser tratadas com antibióticos tópicos ou sistémicos – FALSO

 

Esta prática levanta problemas com futuras resistências aos antibióticos. Estes são apenas indicados quando há sinais de infeção profunda e sistémica.

Piolhos: o desespero de muitos pais e crianças

 

Os piolhos são pequenos insetos sem asas, que podem parasitar no couro cabeludo dos seres humanos, sobretudo em crianças em idades escolares (entre os 4 e os 11 anos).

 

Durante cada picada, os piolhos injetam uma anestesia local através da saliva que torna a picada indolor. No entanto, a picada causa pequenas feridas e comichão intensa, principalmente na nuca e atrás das orelhas, zonas favoráveis ao parasita devido à temperatura e humidade.

 

A pediculose é uma doença provocada por uma infestação de piolhos no couro cabeludo, um problema que afeta 5 a 15% das crianças em idade escolar, sendo mais comum nas raparigas do que nos rapazes.

 

Sinais de Alerta

 

Além da comichão, outros sinais de alerta devem ser tidos em conta, nomeadamente:

  • Aparecimento de crostas e de pequenas feridas (provocadas pela picada do piolho);
  • Presença de piolhos e lêndeas no cabelo;
  • Resíduos acastanhados nos lençóis e almofada;
  • Sensação de movimento na cabeça.

As lêndeas são frequentemente confundidas com caspa, devido ao aspeto semelhante (cor branca ou amarela).

 

Contágio

 

A infestação resulta fundamentalmente do contacto direto. No entanto, a transmissão pode também ocorrer através da partilha de objetos de uso pessoal, como pentes, chapéus e adereços do cabelo, sendo mais fácil em escolas entre familiares ou nos aglomerados populacionais.

 

Muitas vezes o contágio é inevitável, principalmente nas crianças nas escolas e infantários.

 

Tratamento

 

O tratamento da pediculose é essencialmente tópico, faz-se aplicando o produto no couro cabeludo e deve ser efetuado apenas nas pessoas com infestação. Não deve ser recomentado como prevenção. Tendo em conta o ciclo de vida do piolho são necessárias duas aplicações do produto espaçadas entre si de 7 dias.

 

A primeira aplicação mata sobretudo os piolhos adultos e jovens e a segunda mata os piolhos que, entretanto, saíram das lêndeas. Existem, no entanto, produtos para prevenção que devem ser utilizados quando há informação da existência de infestações nos locais onde habitualmente se permanece durante muito tempo.

 

Os tratamentos alternativos como a vaselina, maionese ou azeite, normalmente utilizados como soluções caseiras, não são letais para os piolhos. Após o tratamento existe sempre um risco de reinfestação devido a uma lêndea ou piolho esquecido.

 

Dicas para a Prevenção

  • Utilizar o pente de dentes finos diariamente, entre as aplicações do tratamento farmacológico, em cabelo húmido e sobre uma toalha branca, de modo a remover as lêndeas;
  • Aspirar a habitação, automóvel e demais locais potencialmente infestados;
  • Lençóis, toalhas, peluches e outros objetos que estiveram em contacto com pessoas infestadas devem ser lavados a, pelo menos, 60ºC;
  • Os pentes e as escovas devem ser lavados em água a ferver e com um antiparasitário ou com álcool.
  • Vigiar com regularidade a cabeça no caso de contacto com pessoas infestadas;
  • Evitar o contacto próximo e a partilha de objetos com pessoas infestadas.

 

A utilização de produtos com corantes pode facilitar a localização das lêndeas.

 

No caso de infestação de crianças em idade escolar, a Escola deve ser informada sobre os casos de pediculose com a maior brevidade possível.

 

Sabia que

  • Os piolhos reproduzem-se através de ovos (lêndeas) que depositam junto ao couro cabeludo
  • Os piolhos são pequenos insetos, mas não têm asas, não saltam nem voam.
  • Tanto as crianças como os adultos podem ser afetados.
  • É um problema que não está relacionada com a má higiene do couro cabeludo ou com o baixo nível socioeconómico
  • O piolho vive em média 30 dias
  • Cada piolho fêmea deposita cerca de 10 ovos por dia
  • 7 a 10 dias depois os ovos eclodem
  • O piolho jovem (ninfa) torna-se adulto em 9 a 12 dias, adquirindo capacidade de se reproduzir
  • As taxas de incidência, são menores na raça negra e maiores no sexo feminino.

Neo Quitoso Plus 100

 

Existem inúmeras soluções para o combate a esta praga, que vão desde champôs, loções, passando por elásticos repelentes para o cabelo, até às soluções cutâneas, como por exemplo o Neo Quitoso Plus.

Neo Quitoso Plus 100

 

Neo Quitoso Plus 100 é uma solução cutânea indicada para o tratamento do cabelo infestado com piolhos e lêndeas, que atua através de um mecanismo de ação não químico.

 

Tem um pH neutro, e é particularmente adequado a crianças devido à sua composição suave, que facilita o pentear. Por atuar de forma física impede o desenvolvimento de resistências. Não contém sabão, conservantes ou agentes colorantes.

 

Modo de utilização:

  1. Coloque uma toalha de cor clara em volta dos ombros;
  2. Aplique a solução gradualmente, em pequenas quantidades, sobre o cabelo seco e massaje bem a solução no cabelo;
  3. Se necessário, remova a solução em excesso com um pente normal;
  4. Deixe a solução atuar no cabelo durante 20 minutos para fazer efeito;
  5. Em seguida, penteie cuidadosamente o cabelo, madeixa a madeixa, com o pente metálico para piolhos e lêndeas, incluído na embalagem;
  6. Lave o cabelo com o champô habitual;
  7. Entre o 8º e o 10º dia, repita o tratamento.

 

Este produto está à venda na Farmácia Maria.

Geleia Real: o melhor da colmeia para a sua saúde

 

A geleia real é utilizada desde a Grécia antiga, porém só ganhou destaque a partir do século passado. Por ter muitos benefícios, é utilizada pela indústria alimentar como suplemento e como matéria-prima no fabrico de cosméticos.

 

Benefícios da geleia real

 

A geleia real é produzida pelas abelhas operárias jovens com o objetivo de alimentar a abelha rainha durante toda a sua vida. O curioso é que as primeiras vivem cerca de 45 dias e a rainha chega a viver até aos 5 anos.

 

Rica em aminoácidos, lipídios, açúcares, proteínas, vitaminas (D e E), minerais (ferro e cálcio), além de vários outros elementos que auxiliam no funcionamento do organismo, a geleia real ajuda na prevenção e tratamento de doenças.

  • Aumenta a resistência ao stress, à fadiga, ao frio, às infeções (por reforço das defesas naturais), bem como um retardamento do envelhecimento;
  • Aumenta a vitalidade em geral;
  • Estimula a atividade física, psíquica, intelectual e sexual;
  • Ajuda na regulação e regeneração das grandes funções do nosso organismo, permitindo um efeito benéfico na convalescença e nas pessoas idosas.
  • Ajuda na quimioterapia, aliviando náuseas, dores e mau estar.

 

Geleia real para o cabelo e pele

 

Por possuir substâncias com ação antioxidante, previne o envelhecimento das células, evitando o aparecimento de rugas, flacidez e borbulhas. Além de ser rica em proteínas, contribui para a produção de colagénio e de queratina, o que ajuda a fortalecer os fios capilares e a pele.

 

ArkoReal®, a primeira gama de Geleia Real de Qualidade Premium

 

Disponíveis em ampolas e cápsulas, os suplementos com geleia real garantem a dosagem certa, associada aos melhores ativos naturais. A Farmácia Maria tem também disponível a primeira gama de Geleia Real Premium, com o selo de apicultura responsável.

 

A geleia real da ArkoReal Premium é resultante de um ambiente livre de poluição, graças a um controlo regular da qualidade do ar, da água e dos solos em 20 km² em redor das colmeias.

Arkoreal Royal Fruits

Arkoreal Royal Fruits – Suplemento Alimentar à base de Geleia Real, Baobab, Goji e Romã.

Prebióticos e Probióticos: saiba como reforçar as suas defesas

 

É mesmo verdade. Há bactérias benéficas para o organismo e devem constar da nossa alimentação. Falamos de probióticos, microrganismos vivos presentes em determinados alimentos e que têm como função principal manter o equilíbrio das bactérias do intestino, contribuindo para uma flora intestinal equilibrada e saudável.

 

Os prébióticos, por sua vez, são nutrientes não digeridos, essencialmente fibras, naturalmente presentes nos alimentos. Estas são «fermentadas» pelas bactérias benéficas do intestino grosso e estimulam a multiplicação dos probióticos no organismo. Assim, os prebióticos são também conhecidos como o «alimento dos probióticos». Ou seja, sem os prebióticos, os probióticos não funcionam corretamente.

 

Prebióticos

Quais os benefícios dos prebióticos?

As fibras prebióticas mais conhecidas são a inulina, a pectina e os frutooligossácarideos (FOS), que favorecem a produção da flora bacteriana, ajudando a manter a saúde intestinal e o seu correto funcionamento. É esta a sua principal função que, por sua vez, vem ajudar a diminuir os riscos de infeções e na prevenção de doenças.

Damos-lhe alguns exemplos:

  • Reduzem a absorção de gorduras pelo intestino, o que leva a uma diminuição do colesterol
  • Reduzem o risco de doenças cardiovasculares e diabéticas, já que ajudam a regular os níveis de colesterol e de triglicéridos no sangue
  • Contribuem para uma maior síntese e absorção de nutrientes e minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo
  • Evitam o inchaço abdominal
  • Estimulam o sistema imunitário intestinal

 

Onde podemos encontrar os prebióticos?

Os prebióticos estão na nossa alimentação base. E, por isso, torna-se até difícil fugir deles. Mas, caso procure os benefícios enunciados, saiba como reforçar a sua dieta com os alimentos mais ricos em fibras prebióticas. São eles a cebola, o alho, a aveia, a banana, a chicória, o alho-francês, os espargos, o tomate, o pão, as bolachas, os lacticínios, o mel, a cevada, a maçã, o trigo, o centeio, frutas cítricas, soja, ervilhas e lentilhas.

Quais os cuidados a ter?

Antes de serem fermentados, mobilizam água para o intestino, podendo causar diarreia, tal como podem ser causadores de flatulência e distensão abdominal pela produção de gás na zona do intestino onde exercem o seu efeito prebiótico. Assim aconselha-se que sejam integrados na alimentação de forma gradual, podendo não ser bem tolerados por pessoas com síndrome de intestino irritável.

Probióticos

 

Quais os benefícios dos probióticos?

Os probióticos regulam o trânsito intestinal e reforçam as defesas do organismo, prevenindo-o de vários problemas. Estes microrganismos são responsáveis por 70% das nossas defesas, nomeadamente, na proteção contra certas doenças e infeções.

Em termos práticos, está comprovado que os probióticos ajudam em diversas funções do organismo:

  • Aumentam a absorção de minerais
  • Facilitam a digestão, nomeadamente, a digestão de lactose
  • Estimulam o trânsito intestinal e a reduzem a prisão de ventre
  • Reduzem o colesterol
  • Baixam a tensão arterial
  • Melhoram os sintomas da síndrome do intestino irritável
  • Estimulam o sistema imunitário
  • Favorecem a produção de anticorpos
  • Melhoram a saúde da pele (ajudam, por exemplo, a tratar o acne, eczema e rosácea)
  • Ajudam a eliminar toxinas
  • Diminuem o risco de contrair cancro do cólon e outras doenças intestinais
  • Favorecem a absorção de vitaminas K e do grupo B, nutrientes e minerais (como cálcio, magnésio, zinco e ferro)

 

Quais os cuidados ter?

Os probióticos, naturalmente presentes nos alimentos devem fazer parte da alimentação equilibrada de crianças e adultos, no entanto, aquando do aumento da sua ingestão ou suplementação, podem temporariamente provocar sinais de desconforto abdominal associado à produção de gás, distensão abdominal e flatulência. Em algumas situações, antes de se identificarem os seus benefícios, podem ser identificados os seus efeitos secundários.

 

Estes efeitos secundários têm maior expressão quanto menor for a imunidade do organismo hospedeiro. Assim crianças pequenas e idosos, bem como doentes oncológicos sob tratamentos agressivos, HIV positivo e doentes terminais, só deverão utilizar probióticos sob a forma de suplementos, quando recomendados ou prescritos.

 

Um vez que estes alimentos contêm microrganismos vivos na sua composição, para que sejam consumidos com segurança, deve ter-se especial atenção, desde a aquisição, à confeção, verificando os sinais de frescura e/ou integridade da embalagem e prazo de validade.

 

Onde podemos encontrar os probióticos?

Agora que já aprendeu sobre como pode beneficiar da ingestão de probióticos, saiba em que produtos alimentares pode encontra-los. As bactérias lácteas são um dos probióticos mais conhecidos e mais consumidos também. Estão presentes no leite e nos seus derivados. Por isso, consegue encontrar probióticos, por exemplo, no iogurte, flor de iogurte, leite fermentado, queijo, kefir, coalhada, bolachas, sumos, pães e tofu.

O seu bem-estar depende muito da sua saúde gastrointestinal. Faça por garantir o bom funcionamento do intestino, a nossa grande barreira defensiva, e reforce a sua dieta com prebióticos e probióticos. Aconselhe-se na sua Farmácia Maria.

Infeções urinárias: um pesadelo para as mulheres

 

A infeção urinária é causada por bactérias que se encontram ao nível do reto, ânus, vulva e vagina e que ascendem através da uretra ao aparelho urinário.

 

As bactérias presentes no intestino (Escherichia coli e Staphylococcus Saprophyticus) costumam ser a causa mais comum do problema, sendo causadoras de 80% das infeções. No entanto, fungos e vírus também podem estar na origem do problema.

 

Sintomas

 

A infeção urinária não afeta todas as pessoas da mesma forma. Se a bexiga for o órgão atingido, a infeção provoca desconforto ou peso no baixo ventre, dor e ardor ao urinar, micção mais frequente e em pequenas quantidades, por vezes com dificuldade e urina turva.

 

Se o rim for o órgão atingido, a pessoa tende a sentir dor na região lombar, pode provocar cólicas e febre elevada.

 

Mulheres, as mais afetadas

 

As mulheres têm mais infeções urinárias, sobretudo devido ao comprimento da uretra, substancialmente menor no organismo feminino (3 a 4 cm) do que no masculino (10 a 15cm), o que facilita o acesso das bactérias à bexiga.

 

Há também uma maior incidência em jovens adultas sexualmente ativas já que, durante as relações sexuais, com a massagem da uretra, as bactérias são também empurradas para a bexiga.

 

Em grávidas também são bastante frequentes, com 20% a apresentar, pelo menos, um episódio de infeção na bexiga (cistite) durante a gestação.

 

Após a menopausa, existe também uma maior incidência, causada pelo menor nível de estrogénios e consequente diminuição da lubrificação da mucosa vulvar, vaginal e ureteral, barreiras naturais à invasão de bactérias.

 

Prevenção

 

Muitas infeções urinárias podem ser prevenidas com alguns cuidados diários:

  • Ingestão de líquidos (cerca de dois litros) e alimentos que contenham água, como frutas e vegetais.
  • Urinar com regularidade facilita a eliminação das bactérias que possam existir na bexiga e perto do aparelho urinário.
  • A higiene deve ser feita de frente para trás de forma a evitar que as bactérias se desloquem do ânus para a zona do trato urinário.
  • Não exagerar no tempo de uso do biquíni ou do fato de banho já que os seus tecidos, compostos por fibra, podem ser agressivos para a região vaginal.
  • É aconselhada a micção após relações sexuais já que facilita a eliminação de bactérias que possam ter migrado para a bexiga.
  • Regular o trânsito intestinal pois a obstipação é um fator de risco para o desenvolvimento de infeções urinárias.
  • Evitar o consumo de café, citrinos, bebidas alcoólicas e comidas muito condimentadas.

 

Tratamentos

 

Nos casos mais graves, as infeções urinárias devem ser tratadas com antibiótico, receitado pelo médico em função da bactéria em causa e do historial clínico do doente.

 

No entanto, existem suplementos à base de produtos naturais eficazes na prevenção e tratamento do problema.

 

O UriStop é o melhor exemplo. Existe em embalagens SOS e Manutenção e é composto por Arando Vermelho, um poderoso anti-inflamatório e antioxidante e Uva-Ursina, um diurético natural, com função antibateriana que ajuda a alcalinizar a urina.

 

O Hibisco também está na sua composição, uma ajuda para controlar os valores de colesterol e dos triglicéridos, contribuindo para a prevenção dos cálculos renais.

 

Ponha um STOP às infeções urinárias, experimente UriStop. Disponível na sua Farmácia Maria.

Infecções urinárias: um pesadelo para as mulheres

5 passos para vencer a menopausa

 

A menopausa não é doença, mas uma fase da vida da mulher em que existe uma queda na produção de estrogénios e progesterona. Afrontamentos, irritação, depressão e aumento de peso podem ser alguns dos sintomas que levam muitas mulheres a não saber lidar com esta nova etapa que pode durar meses ou anos.

 

Siga as nossas dicas e aprenda a viver melhor a menopausa.

 

Alimentação saudável e controlo de peso

 

Durante a menopausa, o metabolismo da mulher muda e torna-se mais fácil ganhar uns quilos extra. O aumento de peso piora os afrontamentos e aumenta o risco de doenças cardíacas.

 

Tenha uma alimentação rica em frutas, legumes, verduras e alimentos pouco calóricos. Evite gorduras, açúcares, refrigerantes e alimentos com muito sal.

 

Cuide da sua saúde, com check-ups regulares

 

Mais de 80% das mulheres com menopausa sofrem de outras doenças como diabetes, hipertensão e problemas da tireoide. Uma visita periódica ao seu médico de família é fundamental.

 

Cuide da sua beleza

 

A pele flácida e os cabelos finos e com queda são as alterações mais visíveis na aparência da mulher com o fim da menstruação.

 

Por isso, use cosméticos como hidratantes, máscaras de tratamento nutritivo e com ação antienvelhecimento. Procure também aplicar produtos especialmente formulados para manter o brilho e a saúde dos cabelos. Encontre-os na sua Fármácia.

 

Pratique exercício físico e largue o cigarro

 

Os desportos, para além do controlo do peso, ajudam nas crises de afrontamentos. Os calores podem ser muito incómodos, portanto, evite líquidos quentes, consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas. Prefira sumos naturais de frutas, água ou leite frio.

 

O tabaco causa muitos danos no corpo da mulher, aumentando o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Não ponha a sua vida em risco. Largue enquanto é tempo.

 

Suplementos na menopausa, uma preciosa ajuda

 

Os suplementos são uma preciosa ajuda para a mulher nesta etapa da sua vida. O VitalFem é uma fórmula completa para controlo hormonal, composta pela planta medicinal Dong Quai, que equilibra os níveis de estrogénio e progesterona e as Isoflavonas de Soja, que ajudam amenizar os sintomas da síndrome pré menstrual e da menopausa.

 

O bem-estar é proporcionado pelo Feno Grego, que retarda o envelhecimento e o Óleo de Onagra, que auxilia na perda de peso. Todas estas plantas são ajudadas pela conservação da vitamina E, essencial nesta fase, pois ajuda a combater os calores, a secura vaginal e contribui para a manutenção da saúde óssea e muscular.

 

Benefícios

  • Alivia os sintomas da síndrome pré-menstrual (TPM) e da menopausa.
  • Estabelece o equilíbrio hormonal
  • Reduz a secura vaginal
  • Aumenta a libido
  • Ajuda na perda de peso
  • Ajuda a prevenir a osteoporose
  • Promove a saúde da pele, do cabelo e das unhas.
  • Retarda o envelhecimento

 

Compre Já. Na sua Farmácia Maria.

Dê cor ao Verão com um bronzeado bonito e saudável

 

Cenoura, abóbora, beterraba, alperce, manga, papaia, repolho, espinafres, batata-doce, brócolos e agrião. Sabe o que é que estes alimentos têm em comum? Betacaroteno. E o que é isto? É um pigmento carotenoide antioxidante. Por isso, só de si, inibe os radicais livres e previne o envelhecimento.

 

Mas há mais. O nosso organismo tem a capacidade de transformá-lo em vitamina A, que, por sua vez, promove a formação de melanina. A melanina é o pigmento responsável por proteger a pele dos raios ultravioleta e pela sua pigmentação. Ou seja, na prática, dá cor à nossa pele.

 

Na época de maior exposição ao sol, uma alimentação rica em betacaroteno vai ajudá-lo a trabalhar um bronzeado mais saudável. Deve, claro, proteger-se dos raios ultravioleta com um protetor solar adequado.

 

Outros benefícios do betacaroteno

  • Melhora a visão noturna
  • Aumenta a imunidade
  • Dá elasticidade à pele
  • Aumenta o brilho dos cabelos
  • Fortalece as unhas
  • Atua no metabolismo de gorduras

 

O betacaroteno pode ser encontrado em diversos vegetais e algumas frutas. A cor dos alimentos ajuda a perceber a sua riqueza em betacaroteno. Está presente, geralmente, em vegetais de tons vermelhos, amarelos, laranja, púrpura e verde-escuro.

 

Estudos demonstram, no entanto, que o betacaroteno tem melhor absorção sob a forma de suplemento alimentar do que a partir da ingestão de vegetais.

 

A Farmácia Maria tem disponível o BioActivo Caroteno, que contém 9 mg de betacaroteno puro e natural.

Dê cor ao Verão com um bronzeado bonito e saudável

Hipertensão arterial: o inimigo «silencioso» do coração

 

Existem muitas pessoas que associam a palavra hipertensão a tensão alta, nervosismo ou stress. Em termos médicos, hipertensão refere-se à pressão arterial persistentemente alta, independentemente da causa. Saiba quais os riscos da hipertensão arterial e a importância da medição correcta e regular da pressão arterial em casa.

 

Como normalmente não causa sintomas durante muitos anos, até um órgão vital ser lesionado, a hipertensão arterial é chamada de «assassina silenciosa», aumentando o risco de problemas como acidente vascular cerebral (AVC), aneurisma, insuficiência cardíaca, ataque cardíaco e lesão renal.

 

Tensão e Hipertensão Arterial

 

A circulação do sangue, que tem por destino chegar a todos os tecidos e células do organismo, implica que haja pressão sobre as paredes das artérias. Esta pressão, que é normal e até essencial para que o sangue atinja o seu destino, é a chamada «tensão arterial».

 

Existem, no entanto, uma série de fatores genéticos ou ambientais que podem fazer com que esta pressão sobre as paredes das artérias aumente.

 

Em Portugal, existem cerca de dois milhões de hipertensos. Todavia, deste número, apenas:

  • 50% sabe que sofre desta doença;
  • 25% está medicado;
  • 11% tem a tensão efetivamente controlada.

 

É natural e normal que a tensão arterial aumente devido a esforços físicos ou emoções e que, naturalmente, volte aos níveis normais.

 

A hipertensão arterial só é grave e causa problemas de saúde quando permanece elevada ao longo do tempo, ou quando aumenta subitamente.

 

É importante saber que a tensão arterial tem tendência a subir com a idade, contudo no idoso hipertensão não deve ser considerada normal.

 

Diagnóstico

 

A hipertensão arterial não se sente, mede-se, pelo que deve ser avaliada com regularidade.

 

No caso de adultos saudáveis, recomenda-se a medição da tensão arterial, pelo menos uma vez por ano.

 

Já a população obesa, diabética, fumadora ou com antecedentes familiares de doença cardiovascular, deve proceder a um controlo mais frequente e de acordo com as indicações médicas.

 

O diagnóstico de hipertensão arterial requer a medição de uma tensão arterial elevada em três ocasiões diferentes ao longo de um período de uma semana ou mais.

 

Uma vez confirmada a existência de hipertensão, deverão ser também realizados outros exames que ajudem a entender a sua origem e/ou as complicações a ela associadas.

 

Medir a Tensão Arterial

 

  • Escolha um local tranquilo
  • Descanse 15 minutos antes da mediação
  • Utilize sempre o mesmo aparelho e meça sempre no mesmo braço
  • Evite substâncias estimulantes, como café, álcool ou tabaco, até 30 minutos antes
  • Evite roupas apertadas
  • Apoie o braço, onde será feita a medição, à altura do coração
  • A medição no braço é mas fiável do que no pulso
  • Faça 2 ou 3 medições e calcule a média
  • Anote o dia, hora e valor obtido

 

Tensão «máxima» e «mínima»

 

A pressão arterial é quantificada através de dois números.

 

O primeiro número e mais elevado, diz respeito à pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias quando o coração está a bombear sangue. É a chamada pressão arterial sistólica, vulgarmente conhecida como «máxima».

 

O segundo número indica-nos a pressão que o sangue exerce nas artérias, quando o coração está relaxado. É a chamada pressão arterial diastólica, a «mínima».

 

A tensão arterial ideal deve ser inferior a 120/80. Acima destes valores acresce o risco de doença coronária ou acidente vascular cerebral.

 

Como controlar a tensão?

 

Cerca de 90% dos casos de hipertensão estão relacionados com os hábitos de vida.

 

Algumas modificações no estilo de vida podem ajudar a baixar a pressão sanguínea e, deste modo, reduzir o risco de doença cardiovascular.

 

  • Faça uma dieta equilibrada (incluía vegetais e frutas).
  • Use medicação para baixar a tensão arterial de acordo com as indicações expressas pelo médico.
  • Evite produtos alimentares com muito sal, tais com batatas fritas, charcutaria e alimentos preparados ou processados.

 

Os restantes 10% de casos de hipertensão arterial têm causas orgânicas, como algumas alterações hormonais, doenças dos rins ou dos vasos sanguíneos.

 

Medir a tensão arterial em casa

 

Uma em cada três pessoas não mede corretamente a tensão. Isto deve-se ao fato das braçadeiras comuns terem de ser posicionadas numa área muito específica, nomeadamente em cima da artéria do braço.

 

Ao contrário de outros sistemas, a zona de medição da braçadeira Omron Intelli Wrap envolve os 360 graus à volta do braço, sendo praticamente impossível colocá-la de forma incorreta em torno do braço, tornando a medição precisa.

 

Este mês, aproveite o desconto de 12€ sobre os medidores de tensão da marca OMROM. Na sua Farmácia Maria.

 

Braçadeira para medir a tensão